quarta-feira, 26 de maio de 2010

Meu pequeno prazer amelístico

Fui faxinar as minhas comunidades do orkut e vi, lá, a Audrey Tautou de Amélie Poulain no cinema com sua expressão de prazer. É uma cena azul e fácil da gente se apaixonar. Me acometeu, então, a saudade da dança. Dos holofotes amarelos, vermelhos, azuis e verdes voltados para os meus trajes típicos e a minha maquiagem carregada demais. Meu figurino árabe, minha fantasia de gato, meus montes de roupa por baixo do vestido de alemã e um sem fim de outras. A cara de euforia que eu fazia pra tudo aquilo. Dançar sempre foi bem mais do que uma distração... Da época da dança folclórica, do jazz, do street, da dança do ventre, do samba (...) era quase uma terapia. Não importa se a dança é de parzinho, se é de avulso, no meio do salão, se é com telespectador, platéia, se é no meio do quarto com a porta fechada. Dançar faz a gente sonhar que voa. Você esquece a música e não erra o ritmo, esquece até a coreografia ensaiada por meses: Você só dança porque o seu corpo só quer dançar. É a minha arte preferida. Com a dança você nunca se engana... Pra dança eu faço cara de Amélie. Todas as vezes.

Hoje eu estou com vontade de dançar.
E ter vontade de dançar, penso,
é um sinal de que as coisas estão do jeito que deveriam.
Para o bem e para o mal...

2 comentários:

Sissa! disse...

Não há nada melhor do que dançar. :D Pra mim tem um significado diferente, liberdade eu acho, mais é muito bom mesmo.

Rayana Iara disse...

Não só os artistas dançam.
Mas quem dança seus males espanta e é sim um artista. A arte do chopeIdança. :D

Beijo