quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Cheia de manha

Batom na boca, swing no quadril... Supostamente, namoradinha do Brasil. E dançou sem perceber o que o corpo fazia... E cantou sem compreender o que a letra dizia... E quase como um sonho bom, onde entreter também era brincar, mamãe mandou eu insistir. E rir!
A vida persiste dizendo: não existe, estrela tamanha. Essa menina é cheia de manha... Já não sabia se era o início ou fim, vivia imersa numa infância de festim. Era a criança menos infantil. Infelizmente, namoradinha do Bra... A vida insiste em dizer estou triste. Sua mãe diz: "Não estranha, essa menina é cheia de manha." Ela é cheia de manha....

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