quarta-feira, 29 de setembro de 2010

(...)

- Meu deeeeeeus! E depois?
- Depois eu fui até onde ele estava, parei na frente da mesa dele com as duas mãos ameaçadoras e com a nuca transpirando ira, no melhor estilo italianinha indignada. E disse que ele era um imbecil-ingrato-bobo-criança-covarde por me fazer passar por aquela situação. E acrescentei que ficaria feliz se ele tomasse chá de sumiço, que ele era também muito cruel e que deveria usar aquele perfume na puta que pariu, mas nunca, em hipótese alguma, na minha companhia.
- Uaaaaaaaau. Sééério?
- Não. Mas bem que deveria (...)

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