domingo, 29 de agosto de 2010

Como eu imaginava

Nosso encontro aconteceu como eu imaginava: Você não me reconheceu, mas fingiu que não era nada. Eu sei que alguma coisa minha, em você ficou guardada, como num filme mudo antes da invenção das palavras. Afinei os meus ouvidos, pra escutar suas chamadas! Sinais do corpo eu sei ler, nas nossas conversas demoradas (...) ...sozinho no escuro nesse túnel do tempo, sigo o sinal que me liga à corrente dos sentimentos. Onde se encontra a chave que me devolverá o sentido das palavras, ou uma imagem familiar. Mas há dias em que nada faz sentido... E os sinais que me ligam ao mundo? Se desligam.
Eu sei que uma rede invisível irá me salvar! O impossível, me espera do lado de lá. Eu salto pro alto: Eu vou em frente. De volta pro presente...
Frejat


Amor próprio primeiro, amor "impróprio" depois.
Embora, às vezes, eu me esqueça disso.

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