sexta-feira, 14 de agosto de 2009

As pessoas gostam do que não entendem

Quanto a confabular: Vejo as pessoas falando de direitos. E de ética. Vejo-as achando tudo muito lindo, mas, infelizente, meu olho é perspicaz e eu flagro a multidão não exercendo a lindeza da ética, uma frase depois do elogio à mesma. Vejo a irritação comigo por falar o que eu penso. E, por fim, as vejo me ouvir continuar a falar (essa é a parte em que fico feliz!).

Quanto aos seres em minha volta: Todos aqueles com quem convivo são medíocres e chatos, indistintamente, o que varia é a escala. Destaco também minha admiração por outros comportamentos deles, que apesar de confortantes, jamais me fazem esquecer ou deixar de odiar este termo: MEDIOCRIDADE. Primeiro, porque não sei do seu significado literal, e o emprego mesmo assim. Segundo porque é difícil de pronunciar, e terceiro porque sem ele eu só chamaria as pessoas medíocres de chatas, aqui ou pessoalmente, e elas entenderiam tudo que eu quisesse dizer.

Quanto aos comportamentos lamentáveis: Achei que o dia fosse auspicioso (meu Deus, como odeio quando certos termos são vulgarizados em horário nobre!) para determinado comportamento. Não era. Era mais um detalhe bobinho de um jogo do qual eu não gosto de participar.


Quanto às considerações finais: Acredite quando lhe disserem que você atrai o que transmite. Em grafia de relevância e notoriedade, deixo-os com Newton e sua terceira Lei:



"Para cada ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade."

Um comentário:

Lilah disse...

Com certeza eu vou estar sempre que possível aqui! Adorei o teu blog Cláudia, em todos os aspectos. Visual 100, textos 1000! Admiro a forma como escreves, e confesso que até tenho um suuper cuidado pra não errar alguma palavra nos comentários e ficar abaixo do chinelo! hehe, sucesso garota! ;*